Pesquisadores do IMS têm projetos contemplados pela FAPERJ

A diretoria da Fundação anunciou o resultado de um de seus programas de maior prestígio: o edital Cientista do Nosso Estado (CNE). A concessão de 321 bolsas superou a previsão inicial. Vinte e três instituições foram beneficiadas, incluindo a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), que teve 46 bolsas aprovadas. Entre as bolsas, estão as dos professores do Instituto de Medicina Social Claudia de Souza Lopes, Claudia Leite de Moraes, Claudio Jose Struchiner, Eduardo Faerstein  e Rosely Sichieri.

Ciências Biológicas foi a área com maior número de projetos contemplados, com 89; seguindo-se Ciências Exatas e da Terra, com 67; Engenharias, com 47; Ciências Humanas, com 38; Ciências da Saúde, com 32; Ciências Agrárias, com 24; e Linguística, Letras e Artes, com sete.

Também conhecido como bolsas de bancada para projetos, o programa concede bolsas de R$ 2.800 mensais para que os pesquisadores contemplados possam desenvolver seus projetos durante os próximos três anos.

Para inscrever propostas, os candidatos deveriam ser pesquisadores de reconhecida liderança em sua área, com grau de doutor, produção científica de qualidade, compatível com o nível de pesquisador 1 do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), especialmente nos últimos cinco anos e vínculo empregatício com centros de pesquisas, universidades ou instituições de ensino e pesquisa fluminenses.  Outra exigência foi ter pelo menos uma orientação de doutorado concluída e uma orientação de doutorado em andamento, não tendo sido consideradas coorientações. E precisava ainda ter obtido, como proponente principal, fomento para pesquisas de agências de fomento nacionais, estaduais ou internacionais, pró-reitorias, fundações e empresas públicas ou privadas, nos últimos três anos.

A avaliação dos projetos foi feita por um Comitê Especial de Julgamento especialmente designado pela diretoria da FAPERJ, numa análise que considerou critérios de mérito técnico-científico, sua articulação entre as metas do projeto, o histórico de associações com redes cooperativas de pesquisa e seu potencial multiplicador. Também foram levados em conta a participação em programas de pós-graduação stricto sensu; a demonstração da capacidade de formação de recursos humanos; a experiência e a capacidade técnica do proponente do projeto; o curriculum vitae do proponente; e, principalmente, a relevância para o desenvolvimento científico, tecnológico, econômico, ambiental e social do estado do Rio de Janeiro.

Os recursos obtidos poderão ser aplicados apenas em itens ou rubricas relativos ao projeto, observadas as regras constantes no Manual de Prestação de Contas da FAPERJ, e orientações complementares expedidas para esse fim pelo setor de Auditoria Interna ou pela diretoria da Fundação.

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