Dia 29 ) Colóquio CLAM/Lidis em Gênero, Sexualidade e Política

Os COLÓQUIOS EM GÊNERO, SEXUALIDADE E POLÍTICA, promovidos em parceria pelo Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos (CLAM/IMS/UERJ) e pelo Laboratório Integrado em Diversidade Sexual e de Gênero, Políticas e Direitos (LIDIS/UERJ), reúnem estudantes, pesquisadores/as e profissionais interessados nas temáticas de gênero e sexualidade na perspectiva dos Direitos Humanos. O objetivo é estabelecer um espaço de formação e de informação baseado em projetos acadêmicos que circunscrevem a atuação desses dois coletivos. Neste sentido, a participação de todos os/as interessados/as no debate é de fundamental importância.

DIA 29 DE NOVEMBRO, QUARTA-FEIRA, ÀS 10 HORAS.

Apresentação: VIOLÊNCIAS DE GÊNERO, VIOLAÇÕES DE ESTADO: NOTAS SOBRE O CONTROLE DE TERRITÓRIOS E CORPOS EM CONTEXTOS MILITARIZADOS
Expositora:
JULIANA FARIAS
Graduada em Ciências Sociais pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro; Mestre em Ciências Sociais (PPCIS/UERJ); Doutora em Sociologia (PPGSA/UFRJ)

Esta comunicação traz algumas reflexões pautadas pelo projeto de pesquisa que venho realizando no âmbito do estágio pós-doutoral no Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Uerj
(PPCIS/UERJ). A proposta da pesquisa tem sido perseguir determinadas imbricações políticas configuradas por duas lógicas historicamente estabelecidas: uma que confere ao Estado a
legitimidade do uso da força e outra que estimula/legitima/compõe violências decorrentes de “dessimetrias de poder relativas a gênero”, nos termos propostos por Debert e Gregori (2008). Parto
da hipótese de que incursões em determinados territórios por agentes de Estado armados guardam estreita conexão com “invasões” de corpos femininos ou feminizados pelos mesmos
agentes. Neste contexto marcado por demandas e ações conservadoras em todas as esferas da política institucional brasileira, busco compreender como que, através da presença do braço armado do estado junto a determinados corpos e territórios, vem sendo atualizado o contrato social – que, como bem enfatiza Das (2008), é necessariamente um “contrato sexual”.

Local: Sala 7001, bloco E
Sétimo andar, bloco E
Campus UERJ Maracanã –  RJ

#UERJResiste

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