Instituto de Medicina Social lamenta a morte da vereadora Marielle Franco

O Instituto de Medicina Social está de luto pela morte, nesta quarta-feira dia 14/03, da vereadora Marielle Franco (PSOL), assassinada no centro do Rio após evento com ativistas negras. O evento “Roda de conversa Mulheres Negras Movendo Estruturas” foi transmitido ao vivo pelo Facebook, e pouco tempo depois do fim da transmissão, notícias já circulavam na rede sobre a morte prematura de Marielle, a quinta candidata mais votada no Rio em 2016, cidade que está sob intervenção federal militar.

No ano passado, Marielle participou da mesa “Somos todas clandestinas”, no evento ABORTO: DESAFIOS PARA A PESQUISA E O ATIVISMO”, atividade que comemorou o dia 28 de setembro, que homenageia a luta pela legalização do aborto em toda a América Latina e no Caribe, organizado pelo CLAM/IMS, no dia 4 de outubro 2017 no auditório do Instituto de Medicina Social.

O crime nesta quarta-feira aconteceu na rua Joaquim Palhares, no Estácio, e o motorista que estava com ela também foi assassinado. De acordo com a imprensa carioca, a vereadora estava acompanhada ainda da assessora Fernanda Chaves, que sobreviveu. Segundo o jornal Extra, a Polícia Civil encontrou pelo menos oito cápsulas no local. Os relatos preliminares dão conta de que os criminosos abriram fogo contra o carro. Nenhum objeto foi levado. “Há sinais de execução”, disse, emocionado, o deputado estadual Marcelo Freixo, de quem Marielle foi correligionária no PSOL e assessora, no Jornal da Globo. Segundo o mesmo telejornal, crime de mando ou execução é também a principal hipótese com a qual a polícia trabalha neste momento.

O Instituto de Medicina Social lamenta com muita tristeza a perda desta grande mulher que morreu por lutar e acreditar numa sociedade mais justa.

Confira sua participação na Mesa “Somos todas clandestinas”

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