Aquisição domiciliar de refrigerantes e de biscoitos reduz o efeito de uma intervenção de promoção de frutas e hortaliças

O estudo desenvolvido por Gulnar Azevedo, Fábio Gomes e Inês Rugani, examina a influência do aumento da disponibilidade intradomiciliar de refrigerantes e biscoitos sobre os efeitos de uma intervenção de promoção do consumo de frutas e hortaliças. Foram analisados os dados de 70 famílias que viviam em comunidades de baixa renda na cidade do Rio de Janeiro, Brasil, que foram selecionadas por meio de uma amostra probabilística estratificada e completaram registro alimentar de 30 dias antes e depois da intervenção.

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Atenção psicossocial a crianças e adolescentes com autismo nos CAPSi da região metropolitana do RJ

Os Centros de Atenção Psicossocial Infanto-juvenil (CAPSi) são equipamentos públicos destinados ao cuidado de crianças e adolescentes com problemas mentais graves, incluindo aqueles com transtornos do espectro do autismo (TEA). Revisão da literatura nacional indica falta de informações sistematizadas sobre o tratamento oferecido a esta clientela. O artigo apresenta e discute dados referentes a perfil psicossocial e projetos terapêuticos para usuários com autismo e seus familiares, em CAPSi situados na região metropolitana do Rio de Janeiro.

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A capilaridade da Política Nacional de Educação Permanente em Saúde no Brasil

Este artigo de Tania França, Celia Pierantoni, Soraya Belisario, Katia Medeiros, Janete Castro, Isabela Cardoso e Ana Garcia, trata-se de revisão integrativa da literatura que objetivou identificar as concepções sobre educação permanente em saúde no Brasil, as metodologias utilizadas para seu desenvolvimento, as estratégias, principais desafios e dificuldades relacionadas à execução da Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS), do Ministério da Saúde do Brasil.

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Sobre o rigor e a replicação

Confira artigo de Leonard P. Freedman que fala sobre “Rigor Mortis”, um título sensacionalista que desmente um livro cuidadosamente elaborado sobre a reprodutibilidade dos dados e o rigor científico na pesquisa biomédica. Embora o livro não quebre novos fundamentos, num momento em que a chamada “crise de irreprodutibilidade” tem alimentado um apaixonado debate entre cientistas e o público, e até lançou novas disciplinas (por exemplo, metaresearch), uma visão geral acessível do problema é mais que bem-vinda.

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Prazeres, cuidados e direitos

No VII Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em Saúde (organizado pela ABRASCO), a mesa-redonda “Corpos, Prazeres e Paixões: cuidado em saúde em foco” (título em alusão ao conhecido livro do antropólogo Richard Parker sobre sexualidade no Brasil) discutiu como as relações de gênero, idade e geração, os processos de estigmatização, a produção de estilos corporais e de novas tecnologias, bem como as emocionais que dão sentido a uma doença, podem ajudar a pensar em formas mais eficientes, eficazes e humanizadas de promoção do cuidado em saúde.

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Childhood sexual abuse, intimate partner violence during pregnancy, and posttraumatic stress symptoms following childbirth: a path analysis

O objetivo do estudo, desenvolvido por Aline Gaudard, Michael Reichenheim, Claudia Leite Moraes, Louise Michele Howard e Gustavo Lobato, foi explorar os caminhos pelos quais o abuso sexual infantil (CSA), a violência psicológica e física do parceiro íntimo (IPV) durante a gravidez e outras co-variáveis se relacionam entre si e com os sintomas do estresse pós-traumático no período pós-parto.

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A racionalidade nutricional e sua influência na medicalização da comida no Brasil

Este ensaio, que tem como um dos autores Kenneth Rochel Camargo Junior, está baseado na reflexão teórico conceitual acerca do conceito racionalidade nutricional e sua relação com a medicalização da comida, onde se buscou apontar a influência que práticas alimentares sofrem do suposto estado de supremacia que a ciência detém, a qual sugere em seu discurso a necessidade de saúde.

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Saúde Mental e Atenção Básica: território, violência e o desafio das abordagens psicossociais

Este artigo discute os desafios para a implementação das ações de saúde mental na Estratégia Saúde da Família na perspectiva da desinstitucionalização e territorialização do cuidado.

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