Tese da Fiocruz desvenda os problemas de saúde da população cigana no Brasil e em Portugal

Com a tese “A Produção Social dos Sentidos nos Processos Interculturais de Comunicação e Saúde: a apropriação das Políticas Públicas de Saúde para ciganos no Brasil e em Portugal”, Aluízio de Azevedo Silva Júnior, ele mesmo um cigano Kalon, enfocou os problemas que dificultam o atendimento de saúde aos povos ciganos.

Azevedo, aluno de doutorado do Programa de Pós-Graduação em Informação e Comunicação em Saúde – PPGICS, do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde, da Fundação Oswaldo Cruz (Icict/Fiocruz), “mapeou e analisou os processos interculturais de comunicação (produção, circulação e apropriação) das políticas públicas de saúde para ciganos no Brasil e em Portugal”.

Em entrevista ao site do Icict, ele faz um panorama histórico da presença dos ciganos em Portugal e no Brasil, da presença deles no Rio de Janeiro na época do Império e nos dias atuais, dos preconceitos que envolvem o senso comum (“todo cigano é ladrão”, por exemplo) e do impacto do racismo na saúde dos ciganos. Além disso, Azevedo revela que – contrariando a realidade – o nomadismo entre ciganos não é tão comum como parece.

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