Saúde Mental no Rio: onde estamos e para onde vamos?

No artigo, escrito por Manuela Rodrigues Müller, Luisa Motta Corrêa, Alda Carla Alves Cardozo e Rossano Cabral Lima, constata-se, entre outras coisas, que embora o processo de desinstitucionalização tenha avançado significativamente, como mostram os dados, alguns vetores de resistência vêm-se colocando no caminho, como a neoinstitucionalização em asilos, hospitais particulares, abrigos e comunidades terapêuticas.

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Maternidade, gênero e ciência: reflexões e tensionamentos

Marina Fisher Nucci e Jane Araujo Russo (IMS/UER) analisam criticamente os ideais em torno da parentalidade e do papel da “boa mãe” que, no Simpósio do Parent in Science, se evidenciou especialmente a partir de uma palestra – e seu debate subsequente – sobre cuidado parental e desenvolvimento cerebral de roedores.

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Por que o Brasil deve retornar ao Pacto Global para Migração Segura, Ordenada e Regular

Eduardo Faerstein e Anete Trajman, autores do artigo, afirman que enquanto as causas das migrações forçadas não forem eliminadas da experiência humana, via desenvolvimento socioeconômico sustentável, democrático e equânime, serão necessários acordos multilaterais como o Pacto Global para Migração Segura, Ordenada e Regular, apesar de suas limitações e dificuldades.

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Tese da Fiocruz desvenda os problemas de saúde da população cigana no Brasil e em Portugal

Com a tese “A Produção Social dos Sentidos nos Processos Interculturais de Comunicação e Saúde: a apropriação das Políticas Públicas de Saúde para ciganos no Brasil e em Portugal”, Aluízio de Azevedo Silva Júnior, ele mesmo um cigano Kalon, enfocou os problemas que dificultam o atendimento de saúde aos povos ciganos.

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Editorial nova edição da Physis

A chegada de 2019, por sua vez, encontra o mundo numa certa encruzilhada política. Os resultados de referendos ou eleições recentes parecem sinalizar certa fadiga do status quo na política, dando a vitória a candidatos ou ideias que se apresentaram como outsiders, mesmo que não o fossem. Os eventos citados no primeiro parágrafo também marcaram à sua época rupturas importantes com a politics as usual, embora nem sempre na direção de maior liberdade, direitos ou segurança. Em que direção nos levará a história nos meses e anos à frente?

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