(Português do Brasil) IMS participa do X Congresso Brasileiro de Epidemiologia da Abrasco

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Entre os dias 7 e 11 de outubro, estudantes, pesquisadores e professores do Instituto de Medicina Social da UERJ, participaram do X Congresso Brasileiro de Epidemiologia da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), que aconteceu no CentroSul, em Florianópolis, Santa Catarina. Nas nove edições anteriores, o evento permitiu o encontro e a troca de experiências e conhecimentos entre profissionais brasileiros e de dezenas de outros países, ajudando a impulsionar o desenvolvimento da epidemiologia nacional. O IMS participou com uma expressiva delegação no Congresso. Vários estudantes apresentaram seus trabalhos e professores foram convidados a compor mesas e proferir palestras contribuindo com a construção da Epidemiologia brasileira.

Gulnar Azevedo, diretora do IMS, que esteve no Congresso, disse que essa já é uma tradição do Instituto, de participar do evento e contribuir com os avanços em pesquisas epidemiológicas em vários âmbitos. “Nossa participação no Epi2017 foi marcada pela tradição do IMS em todos os congressos da Abrasco, aliando o desenvolvimento científico da área ao pensamento crítico em prol da melhoria das condições de vida de toda a população”, ressaltou.

No Congresso, foi lançado o livro Vigilância das Doenças Crônicas Não Transmissíveis: prioridade da saúde pública no Século XXI, da Editora CEPESC, organizado por Gulnar Azevedo e Silva [na foto à direita], Deborah Carvalho Malta, Lenildo de Moura e Roger dos Santos Rosa; e com textos das autoras Regina Fernandes Flauzino, Maria Isabel do Nascimento, Rosane Valéria Viana Fonseca Rito e Taís Porto Oliveira.

O tema do Epi2017 foi “Epidemiologia em defesa do SUS: formação, pesquisa e intervenção”. O SUS passa por importantes desafios. Ele que é uma das principais conquistas sociais e construções coletivas da sociedade brasileira e com inegável impacto positivo na saúde dos brasileiros.

No campo político o sistema tem sua própria existência ameaçada por vários retrocessos marcados na história recente do Brasil. Por outro lado, há a complexa situação sanitária do país diante de doenças emergentes, reemergentes, envelhecimento, violência e condições crônicas. Em comum, esses desafios exigem a produção de conhecimento científico qualificado para seus enfrentamentos. Essas foram as principais propostas desta edição do Congresso em Florianópolis.

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