Saúde Mental no Rio: onde estamos e para onde vamos?

No artigo, escrito por Manuela Rodrigues Müller, Luisa Motta Corrêa, Alda Carla Alves Cardozo e Rossano Cabral Lima, constata-se, entre outras coisas, que embora o processo de desinstitucionalização tenha avançado significativamente, como mostram os dados, alguns vetores de resistência vêm-se colocando no caminho, como a neoinstitucionalização em asilos, hospitais particulares, abrigos e comunidades terapêuticas.

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Solicitantes de Refúgio no Rio de Janeiro – Panoramas da Saúde Coletiva

O último relatório anual do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), publicado em 2018, com dados de 2017, informa que existem 68,5 milhões de migrantes forçados no mundo, sendo 25,4 milhões de refugiados, 3,1 milhões de solicitantes de refúgio e 40 milhões de deslocados internos (UNHCR, 2018).

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Os adolescentes do Rio de Janeiro precisam de socorro… E é urgente!

Confira a publicação de abril da Página Grená. Neste texto, Rosely Sichieri e Danielle Monteiro Câmara afirmam, a partir da análise, que a escola como foco de intervenção e prevenção deve-se repensar, a fim de promover um amadurecimento adequado
desses adolescentes, associando a família e outros equipamentos da área de saúde nessa tarefa
de educar os adolescentes para uma vida com menos riscos, menor sofrimento mental e mais
felicidade.

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Maternidade, gênero e ciência: reflexões e tensionamentos

Marina Fisher Nucci e Jane Araujo Russo (IMS/UER) analisam criticamente os ideais em torno da parentalidade e do papel da “boa mãe” que, no Simpósio do Parent in Science, se evidenciou especialmente a partir de uma palestra – e seu debate subsequente – sobre cuidado parental e desenvolvimento cerebral de roedores.

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