GT IST/HIV/AIDS, Políticas e Subjetividades recebe trabalhos para 8º CBCSHS

O VIII Congresso de Ciências Sociais e Humanas em Saúde receberá resumos
expandidos de trabalhos durante o período de 26/03/2019 até 27/05/2019 às 21:00 horas
(horário de Brasília). Os resumos deverão ser enviados, exclusivamente pelo formulário
eletrônico que pode ser encontrado no site do evento.

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Política de morte: o fim do departamento de Aids

O movimento nacional de luta contra a AIDS, formado por redes, coletivos, organizações e ativistas, repudia o Decreto Nº 9.795, de 17 de Maio de 2019, que modifica a estrutura do Ministério da Saúde. Por meio desse decreto, o Departamento de IST, Aids e Hepatites Virais passa a se chamar “Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis”.

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(Português do Brasil) Institutional context and VCT practitionernarratives: possibilities and limitations forHIV prevention in Rio de Janeiro, Brazil

(Português do Brasil) Artigo de Claudia Mora (IMS/UERJ) em coautoria com Simone Monteiro e Carlos Otávio Fiúza Moreira recém publicado na revista BMC International Health and Human Rights, aborda as condições estruturais e as visões e práticas dos aconselhadores nos CTA – Centros de Testagem e Aconselhamento no Estado do Rio de Janeiro, e traz algumas reflexões acerca das possibilidades e limites do trabalho preventivo nesses serviços alternativos do SUS.

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(Português do Brasil) «Trocas afetivo-sexuais e econômicas e a epidemia de AIDS» é tema de aula pública no IMS

(Português do Brasil) A disciplina «Migração, gênero e saúde», da pós-graduação do Instituto de Medicina Social, promove aula pública com a pesquisadora Adriana Pinho (pós doutoranda IOC-Fiocruz) no dia 4 de julho.

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(Português do Brasil) Prazeres, cuidados e direitos

(Português do Brasil) No VII Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em Saúde (organizado pela ABRASCO), a mesa-redonda “Corpos, Prazeres e Paixões: cuidado em saúde em foco” (título em alusão ao conhecido livro do antropólogo Richard Parker sobre sexualidade no Brasil) discutiu como as relações de gênero, idade e geração, os processos de estigmatização, a produção de estilos corporais e de novas tecnologias, bem como as emocionais que dão sentido a uma doença, podem ajudar a pensar em formas mais eficientes, eficazes e humanizadas de promoção do cuidado em saúde.

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