Projetos em andamento

»Insegurança alimentar, rendimentos e despesas familiares no Brasil: uma análise de dados na Pesquisa de Orçamentos Familiares – POF 2018

2018 – Atual

Descrição: O último relatório do Fundo das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), publicado em setembro de 2018, apresentou a situação de insegurança alimentar (IA) e nutrição no mundo, enfatizando os avanços no monitoramento da fome, da desnutrição e de IA, como parte da Agenda para o Desenvolvimento Sustentável de 2030. As evidências apontaram para aumento da fome em quase todos os continentes nos últimos anos, após um prolongado declínio. De acordo com a FAO, a comparação dos dados de 2014 e 2017 revelam aumento na proporção de IA grave, intimamente relacionada com a fome presente nas famílias, tanto no mundo ( 8,3% para 10,2%, respectivamente), como na América do Sul (5,5% para 8,7%, respectivamente). Uma das hipóteses para o aumento de IA grave seria o aumento no preço dos alimentos e nas despesas com alimentação, como também o desemprego em países da America do Sul, mais acentuado nos últimos 3 anos. Essa hipótese é corroborada com os dados do I Relatório Nacional Voluntário da Agenda de 2030, organizado pelo Grupo de Trabalho da Sociedade Civil para a Agenda 2030. Os pesquisadores ressaltaram no relatório o risco que o Brasil teria de aumento da IA, como consequência do congelamento nos gastos governamentais com políticas sociais de combate à fome, e aumento no desemprego no país em função do déficit fiscal acumulado e o descaso com problemas estruturais como a reforma tributária. No Brasil, desde 2003 a Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (EBIA) é a ferramenta utilizada para aferir IA, em estudos populacionais. Trata-se de instrumento validado em território nacional, com base na escala norte-americana de aferição de IA. Até 2013, a estimativa de IA no âmbito nacional era feita pelo IBGE na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). A sequência das três últimas PNADs (2004, 2009 e 2013) permitiu identificar sua redução no país. Em 2004, 34,9% das famílias brasileiras conviviam com algum grau de IA, das quais 6,9% tinham IA grave. Em 2013, IA reduziu para 22,6% das famílias, entre as quais apenas 3,2% conviviam com IA grave. Recentemente, o IBGE adotou a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) para avaliar IA pela EBIA, com o intuito de relacionar as despesas e rendimentos familiares, além do consumo individual, com a medida de IA. Esse avanço, inédito no país, será primordial para avaliar dimensões pouco exploradas das causas relacionadas com o desfecho, principalmente após a crise econômica que o país vivencia nos últimos anos. Outro ponto importante da medida de IA na POF consiste em avançar em estudos psicométricos da EBIA dos quais se destacam: (i) revisitar os pontos de corte para classificação dos níveis IA e (ii) testar a validade do uso de versão curta da EBIA (versão com 8 dos 14 itens atualmente utilizados). Esses dois pontos serão possíveis em função da interface da EBIA com outras dimensões avaliadas na POF e que não eram aferidas na PNAD (qualidade de vida, consumo alimentar individual e familiar, despesas familiares entre outros). Com base no exposto, o projeto se insere com a proposta de realizar dois subprojetos, simultaneamente, com os seguintes obetivos: (i) a análise da associação entre IA, rendimentos e despesas familiares e (ii) preencher lacunas nas análises psicométricas da EBIA, ambos estudos considerando os microdados da Pesquisa de Orçamentos Familiares de 2018.

Coordenadora: Rosana Salles-Costa.

Integrantes: Claudia Leite de Moraes, Rosely Sichieri, Michael E. Reinchenheim, Gabriela dos S. Interlenghi; Luciene Burlandy, Ruben Araujo de Mattos, Ana Maria Segall-Corrêa, Camilla Christine de Souza Cherol, Juliana de Bem Lignani, Ana Lucia Pires Augusto, Poliana de Araújo Palmeira e Aline Alves Ferreira.

Financiadores: Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Demais instituições envolvidas: Instituto de Nutrição Josué de Castro da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

»Consequências da violência na infância ao longo da adolescência: um estudo seccional de base escolar no município do Rio de Janeiro

2018 – Atual 

Descrição: Este projeto faz parte da pesquisa “Estupro de vulnerável e outras violências contra adolescentes e jovens do sexo feminino” coordenada pelo Laboratório Interdisciplinar de Pesquisa em Atenção Primária à Saúde (LIPAPS) e pelo Programa de Investigação Epidemiológica em Violência Familiar (PIEVF) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Os objetivos são investigar as possíveis diferenças dos efeitos da violência familiar na infância na saúde mental de adolescentes entre meninos e meninas e trazer as repercussões de violência familiar na infância para as relações amorosas da adolescência.

Coordenadora: Claudia Leite de Moraes.

Integrantes: Daniela Faus (discente IMS/UERJ) e Stella Taquette.

Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ (FAPERJ), Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Nível Superior (CAPES).

Demais instituições envolvidas:  Faculdade de Ciências Médicas e Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

»O impacto do uso de diários hospitalares na Síndrome Pós-Terapia Intensiva em familiares de crianças gravemente doentes: um estudo de intervenção em Unidades de Terapia Intensiva Pediátricas no Rio de Janeiro

2017-Atual

Descrição: Este projeto faz parte da pesquisa “Desfechos centrados no paciente e seus familiares após internação em Unidades de Terapia Intensiva Pediátrica no Rio de Janeiro”, que tem como centros coordenadores o Departamento de Pediatria do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino e o Programa de Investigação Epidemiológica em Violência Familiar (PIEVF) do Instituto de Medicina Social da UERJ. Este estudo tem como objetivo avaliar, no contexto brasileiro, o impacto da implementação de um programa de diários a serem utilizados pelos familiares de crianças criticamente doentes durante sua internação em desfechos centrados nos familiares após a alta.

Coordenadora: Claudia Leite de Moraes.

Integrantes: Fernanda Lima Setta (discente IMS/UERJ), Michael Reichenheim, Arnaldo Prata Barbosa e Maria Clara Magalhães Barbosa

Demais instituições envolvidas: Departamento de Pediatria do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino.

»Coocorrência de experiências adversas na infância: um inquérito de base escolar no município do Rio de Janeiro

2017 – Atual 

Descrição: Este projeto faz parte de pesquisa “Estupro de vulnerável e outras violências contra adolescentes e jovens do sexo feminino” coordenada pelo Laboratório Interdisciplinar de Pesquisa em Atenção Primária à Saúde (LIPAPS) e pelo Programa de Investigação Epidemiológica em Violência Familiar (PIEVF) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Seu objetivo geral é investigar a coocorrência de Experiências Adversas na Infância (EAI). Como objetivos específicos: (1) Estimar a prevalência das diferentes EAI; (2) Descrever o padrão de coocorrência das EAI; (3) Investigar a distribuição dos eventos de acordo com as características dos adolescentes escolares da IX Região Administrativa (RA) do município do Rio de Janeiro. Trata-se de um inquérito de base escolar com alunos matriculados no segundo ano do Ensino Médio em escolas públicas e privadas da referida RA. Através de uma amostragem complexa, foram selecionadas 27 turmas de segundo ano do Ensino Médio em doze escolas públicas e privadas. Todos os alunos das turmas selecionadas foram convidados a participar. Os dados quantitativos foram coletados a partir da aplicação de um questionário estruturado, auto preenchido. A coleta de dados se deu entre os meses de setembro/2016 a fevereiro/2017. Ao todo, foram entrevistados 721 alunos (409 em escolas públicas e 312 em escolas privadas).

Coordenadora: Claudia Leite de Moraes.

Integrantes: Emanuele Marques, Michael Reichenheim, Luciane Stochero (discente IMS/UERJ).

Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ (FAPERJ), Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Nível Superior (CAPES).

Demais instituições envolvidas:  Faculdade de Ciências Médicas, Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e Mestrado em Saúde da Família da Universidade Estácio de Sá.

»Violência entre jovens escolares: participação, percepção de violência comunitária e estratégias de evitação

2017 – Atual 

Descrição: Este projeto faz parte de pesquisa “Estupro de vulnerável e outras violências contra adolescentes e jovens do sexo feminino” coordenada pelo Laboratório Interdisciplinar de Pesquisa em Atenção Primária à Saúde (LIPAPS) e pelo Programa de Investigação Epidemiológica em Violência Familiar (PIEVF) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Seu objetivo geral será identificar o perfil dos adolescentes expostos à violência comunitária. Pretende-se também identificar as definições e as formas de operacionalização do constructo violência comunitária, identificar a percepção dos adolescentes sobre a violência comunitária e investigar as estratégias de evitação da violência comunitária entre escolares da IX Região Administrativa (RA) do município do Rio de Janeiro. Trata-se de um inquérito de base escolar com alunos matriculados no segundo ano do Ensino Médio em escolas públicas e privadas da referida RA. Através de uma amostragem complexa, foram selecionadas 27 turmas de segundo ano do Ensino Médio em doze escolas públicas e privadas. Todos os alunos das turmas selecionadas foram convidados a participar. Os dados quantitativos foram coletados a partir da aplicação de um questionário estruturado, auto preenchido. A coleta de dados se deu entre os meses de setembro/2016 a fevereiro/2017. Ao todo, foram entrevistados 721 alunos (409 em escolas públicas e 312 em escolas privadas).

Coordenador: Michael Eduardo Reichenheim.

Integrantes: Claudia Leite de Moraes, Stella Taquette, Luciana Maria Borges, Emanuele Souza Marques, Daniela Faus (discente IMS/UERJ), Érika Barbosa dos Santos (discente IMS/UERJ). 

Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ (FAPERJ).

Demais instituições envolvidas: Faculdade de Ciências Médicas, Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e Mestrado em Saúde da Família da Universidade Estácio de Sá.

»Estupro de vulnerável e outras violências contra adolescentes e jovens do sexo feminino

2014 – Atual 

Descrição: A violência entre namorados na adolescência é de alta prevalência e está relacionada à violência intrafamiliar e estrutural, sendo as mulheres as principais vítimas. Muitas vezes não é percebida pelos adolescentes e seus familiares, apesar das várias consequências negativas à saúde e ao desempenho dos mesmos em todas as esferas de suas vidas, especialmente em seus ambientes de socialização, como a escola. De outro lado, observa-se que o exercício da sexualidade tem atualmente início em idades precoces, frequentemente antes dos 14 anos, o que se configura em um “estupro de vulnerável”, de acordo com o novo artigo 217-A do Código Penal Brasileiro. Este estudo objetiva estimar a prevalência de violência vivenciada por adolescentes e avaliar a percepção deles e de profissionais da saúde e da educação, sobre estupro de vulnerável. O estudo utilizou uma abordagem metodológica mista, quanti e qualitativa. Através de uma amostragem complexa, foram selecionadas 27 turmas de segundo ano do Ensino Médio em doze escolas públicas e privadas da IX Região Administrativa do município do Rio de Janeiro. Todos os alunos das turmas selecionadas foram convidados a participar. Também foram realizados grupos focais com adolescentes escolares do ensino médio e entrevistas semiestruturadas com educadores e profissionais de saúde. Os dados quantitativos foram coletados a partir da aplicação de um questionário estruturado, auto preenchido. A coleta de dados se deu entre os meses de setembro/2016 a fevereiro/2017. Ao todo, foram entrevistados 721 alunos (409 em escolas públicas e 312 em escolas privadas).

Coordenadoras: Stella Taquette, Claudia Leite de Moraes e Luciana Borges.

Integrantes: Daniela Faus (discente IMS/UERJ), Deylane Pacheco (IC IMS/UERJ), Miriam Perez de Moura, Paula Florence.

Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ (FAPERJ).

Demais instituições envolvidas: Faculdade de Ciências Médicas, Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e Mestrado em Saúde da Família da Universidade Estácio de Sá.

»Violência familiar na infância: fator de risco para a violência juvenil?

2016 – Atual 

Descrição: Este projeto faz parte de pesquisa “Estupro de vulnerável e outras violências contra adolescentes e jovens do sexo feminino” coordenada pelo Laboratório Interdisciplinar de Pesquisa em Atenção Primária à Saúde (LIPAPS) e pelo Programa de Investigação Epidemiológica em Violência Familiar (PIEVF) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Seu objetivo geral será investigar o papel da vivência de violências física, sexual, psicológica e negligência na infância para a perpetração de Violência Comunitária na adolescência (Violência Juvenil). Além disso, pretende-se estimar as prevalências de exposição às violências na infância e comunitária, bem como a prevalência de perpetração da Violência Juvenil entre os adolescentes escolares da IX Região Administrativa (RA) do município do Rio de Janeiro. Trata-se de um inquérito de base escolar com alunos matriculados no segundo ano do Ensino Médio em escolas públicas e privadas da referida RA. Através de uma amostragem complexa, foram selecionadas 27 turmas de segundo ano do Ensino Médio em doze escolas públicas e privadas. Todos os alunos das turmas selecionadas foram convidados a participar. Os dados quantitativos foram coletados a partir da aplicação de um questionário estruturado, auto preenchido. A coleta de dados se deu entre os meses de setembro/2016 a fevereiro/2017. Ao todo, foram entrevistados 721 alunos (409 em escolas públicas e 312 em escolas privadas).

Coordenadora: Claudia Leite de Moraes.

Integrantes: Stella Taquette, Luciana Maria Borges, Daniela Faus (discente IMS/UERJ).

Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ (FAPERJ).

Demais instituições envolvidas: Faculdade de Ciências Médicas, Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e Mestrado em Saúde da Família da Universidade Estácio de Sá.

»O processo de notificação da violência contra crianças e adolescentes por profissionais da Estratégia Saúde da Família em Manaus – AM

2015 – Atual 

Descrição: O objetivo principal deste estudo é analisar o processo de notificação de violência interpessoal ou autoprovocada contra crianças e adolescentes por profissionais de saúde da Estratégia Saúde da Família (ESF) em Manaus – AM. No artigo 1, será analisada a completude das fichas de notificação de violência contra crianças e adolescentes, notificadas no município de Manaus – AM durante os anos 2009 a 2014 através do SINAN (Sistema de Informação de Agravos de Notificação) e será apresentado o perfil dos casos de violência contra crianças e adolescentes notificados. Nos artigos 2 e 3 busca-se avaliar o conhecimento dos profissionais de saúde das equipes de Saúde da Família em relação à violência contra crianças e adolescentes e seu sistema de vigilância e investigar os fatores facilitadores e os que dificultam a notificação, respectivamente. Os dados utilizados nestes estudos se originarão de um estudo transversal realizado nas unidades básicas de saúde em Manaus – AM. A população do estudo será composta pelos profissionais de saúde de nível superior e os agentes comunitários de saúde da ESF. O instrumento que será utilizado na coleta dos dados, elaborado a partir do modelo teórico–operacional proposto, é composto por oito módulos que envolvem características sociodemográficas, formação profissional, notificação e o serviço de saúde, identificação e processo de trabalho na atenção às violências, experiências anteriores com o sistema de proteção à criança e ao adolescente, conhecimentos e atitudes em relação à violência e notificação, a ocorrência de violência pregressa e violência atual. Os dados serão submetidos a estatísticas descritivas e inferenciais.

Coordenadora: Claudia Leite de Moraes.

Integrantes: Nathália França (discente DINTER IMS/UERJ – UEA), Washington Leite Junger, Michael Reichenheim.

Financiador(es): Universidade do Estado do Amazonas (UEA).

Demais instituições envolvidas: Universidade do Estado do Amazonas e Mestrado em Saúde da Família da Universidade Estácio de Sá.

»Estudo longitudinal de famílias atendidas pelo Programa Bolsa Família no município de Duque de Caxias

2014 – Atual 

Descrição: O estudo propõe a analisar possíveis mudanças nas situações de insegurança alimentar (IA) e de extrema pobreza de famílias atendidas pelo Programa Bolsa Família (PBF) no município de Duque de Caxias. O PBF articula a transferência monetária de renda às ações de saúde, de educação e de assistência social, visando emancipação das famílias e inclusão produtiva Uma das propostas do programa de âmbito federal, é de afetar potencialmente as condições econômicas, sociais, de saúde e de acesso aos bens e serviços destas famílias ao combinar estratégias de curto, médio e longo prazo para a superação da pobreza. Para identificar estas possíveis modificações, a abordagem metodológica adotada na presente proposta incluirá o acompanhamento longitudinal das famílias a partir de indicadores selecionados e a análise transversal do contexto político institucional do PBF no município A hipótese do trabalho é de que após um ano de recebimento do valor do benefício, as famílias apresentam modificações na qualidade da alimentação e dos indicadores de saúde, como também nas dinâmicas que abarcam as dimensões do apoio social e da violência entre parceiros íntimos O componente longitudinal será construído a partir de informações sobre a situação de pobreza das famílias e sobre o conjunto de fatores que condicionam este quadro, a partir de seu ingresso no programa e ao longo de um ano de permanência Esse grupo será comparado com famílias que cadastradas para o recebimento do benefício, mas que ainda não o recebem Utilizaremos também o componente transversal para avaliar o contexto político institucional local do programa e suas interfaces com as políticas de saúde, de educação e de assistência social Este contexto será compreendido numa perspectiva histórica, considerando o conjunto de atores locais, arenas, arranjos políticos e institucionais que configuram um determinado quadro de ações públicas, confrontando com os resultados obtidos na etapa longitudinal.

Coordenador: Michael Eduardo Reichenheim.

Integrantes: Claudia Leite de Moraes, Claudia de Souza Lopes, Rosana Salles-Costa, Tatiana Henriques Leite (discente IMS/UERJ), Claudia Roberta Bocca Santos, Daniele Mendonça Ferreira, Gilza Sandre Pereira, Ruben Araujo de Mattos.

Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

»Violência familiar e consumo de álcool: um cenário de vulnerabilidades em adolescentes escolares

2013 – Atual 

Descrição: Este é um subprojeto do Estudo Longitudinal da Avaliação Nutricional em Adolescentes (ELANA). Seu principal objetivo é estudar o papel da violência familiar e de outras condições psicossociais como fatores de propensão ao uso e abuso de álcool por adolescentes. Cerca de 1000 adolescentes escolares foram acompanhados durante quatro anos (2010-2013) para a coleta de informações utilizando-se um questionário multidimensional. Desde a finalização da coleta de dados, já produzimos diversos produtos acadêmicos, dentre os quais, teses de doutorado, dissertações de mestrado, artigos científicos e trabalhos em eventos científicos.

Coordenadora: Claudia Leite de Moraes.

Integrantes: Claudia de Souza Lopes, Glória Valéria da Veiga, Rosely Sichieri, Michael E. Reinchenheim.

Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ (FAPERJ), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).